Repetição e diferença
a variação como duplo
O problema é o modo de entender a variação.
A questão será como pode a variação atravessar aquele procedimento formal que quer remetê-la sempre a um modelo inicial; atravessá-lo para fazer funcionar ao contrário.
O double, termo tão empregado no século XVIII para se referir à variação, não é uma copia. Não pertence ao devir do Mesmo mais ou menos disfarçado. O duplo é um novo devir. A variação musical que nos interessa não responde a princípios de Mesmidade e Identidade. É um contínuo retorno e repetição de diferença. Ou isso é o que pedimos.
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